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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

LICENÇA POÉTICA

A poesia pode fazer uso da chamada licença poética, que é a permissão para extrapolar o uso da
norma culta da língua, tomando a liberdade necessária para recorrer a recursos como o uso de palavras
de baixo-calão, desvios da norma ortográfica que se aproximam mais da linguagem falada ou a utilização
de figuras de estilo como a hipérbole ou outras que assumem o carácter "fingidor" da poesia, de acordo
com a conhecida fórmula de Fernando Pessoa ("O poeta é um fingidor").
A matéria-prima do poeta é a palavra e, assim como o escultor extrai a forma de um bloco, o escritor
tem toda a liberdade para manipular as palavras, mesmo que isso implique romper com as normas
tradicionais da gramática. Limitar a poética às tradições de uma língua é não reconhecer, também, a
volatilidade das falas.

Orírgem e mais informações: Wikipédia, a encilcopédia livre

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